Como precisamos passar a noite e parte da manhã em San Francisco, resolvemos conhecê-la.
Hospedamo-nos no hotel Canadian (recomendado pelo funcionário da Peugeot), que é muito aconchegante e o atendimento é muito bom ($ 260,00 / dia). Não recomendamos o restaurante ao lado, pois é muito caro e o cardápio não compensa.
Na recepção tem esse texto bem interessante:
O centro da cidade é muito bonitinho e organizado. Vale a pena dar uma olhadinha!
A cidade foi fundada por imigrantes italianos, então, há várias edificações de inspiração italiana. Além disso, há muitos cafés e restaurantes agradáveis pra se conhecer.
De San Francisco à Mendoza são em torno de 763 km, que levamos em torno de 10 horas para percorrer.
As estradas na província de Córdoba (onde fica San Francisco!) são muito boas e bem sinalizadas. Há caminho de Mendoza (ruta 158) passamos por cidades como Villa Maria e Rio Quarto, que são grandes os suficientes para oferecerem variadas estadias, caso você precise pernoitar.
Gastamos $3,00 no pedágio nesta província.
Nós decidimos ir direto para Mendoza, não só pelas boas estradas, como também devido à reserva que já havíamos feito no Ibis de lá.
Tenha cuidado ao passar por Rio Quarto em direção a Mendoza. É bom perguntar a algum nativo sobre que caminho seguir, pois é bem complicado e fácil de se perder.
Em Rio Quarto saímos da ruta 158 e entramos na 8 até Villa Mercedes, na província de San Luis.
Após Villa Mercedes, entramos na ruta 7 até Mendoza.
A província de San Luís só não é pior que a de Entre Rios: possui estradas não tão boas e a sensação de pouca prosperidade e quase pobreza é visível e bem contrastante com a província de Córdoba.
Gastamos $10,00 em pedágios na província de San Luís.
Existe um rigor maior da polícia caminera da Argentina na passagem de San Luis para a província de Mendoza: Eles se preocupam não só com sua documentação como também com o que está levando (como lácteos, frutas, plantas...) então, tenha paciência; pois vale a pena.
É preciso pagar $3,00 para a policia camineira.
A província de Mendoza, assim como a de Córdoba, possui ótimas estradas e é um prazer trafegar por elas.
Ao chegar na cidade, se preocupe em pedir informações aos transeuntes, pois a cidade é grande e fácil de se perder.
Se você quiser sair cedo pra conhecer a cidade, ótimo!Só não se esqueça de tomar café antes no hotel, pois tudo parece abrir após as 9 da manhã.
Por falar em comida, uma boa pedida em Mendoza é a área da pietonal. Ao redor dela há café charmosos, que servem várias combinações de desayunos.
Apesar de a cidade ter uma história muito interessante, não há muito que ver a esse respeito; salvo o MAF ( Museo Del área fundacional).
O ingresso custa $8,00 e, com auxílio de um guia, você conhece vários períodos da história da cidade, desde antes da chegada dos espanhóis na região.
É interessante se deslocar pela cidade de ônibus. Para tanto, é preciso ter uma boa quantidade de moedas em mão; pois não há cobrador e a passagem ($1,40) é paga inserindo as moedas em uma catraca eletrônica.
Não sabíamos disso e não tínhamos como pagar as nossas passagens ( possuíamos apenas cédulas!) até que vários passageiros se levantaram e nos ofereceram moedas para completar o valor das duas passagens. Foram muito gentis e amáveis conosco!
Claro que Mendoza ainda tem a área de vinícolas, pela qual ela é muito conhecida. Entretanto, decidimos conhecer a cidade e a cultura local,pois dispomos apenas de um dia.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
De Uruguaiana a Córdoba
Isto nunca aconteceu; logo saberão porque.
Saímos cedo de Uruguaiana, pois queríamos cruzar a fronteira antes das 8:00.
Não houve problema. A cruzamos. O tempo que perdemos foi no câmbio, efetuado na própria aduana e no abastecimento, pois o posto da fronteira - onde compramos nosso mapa - estava desabastecido e precisamos entrar na fila do próximo YPF. Ali foi-se mais de meia hora.
Saímos cedo de Uruguaiana, pois queríamos cruzar a fronteira antes das 8:00.
Não houve problema. A cruzamos. O tempo que perdemos foi no câmbio, efetuado na própria aduana e no abastecimento, pois o posto da fronteira - onde compramos nosso mapa - estava desabastecido e precisamos entrar na fila do próximo YPF. Ali foi-se mais de meia hora.
YPF é a melhor opção. Até Mendoza a gasolina Super (95 octanas) custa menos de $5,50, porém nem sempre aceitam cartão de crédito. Os postos que aceitam (Shell e Petrobras e Esso - "de marca"), não tem gasolina por menos de $6,50.
Tendo abastecido, partimos em direção a Córdoba. As estradas que utilizamos na província de Corrientes e Entre Rios estão em péssimas condições. Em Entre Rios estão em duplicação; há muitos desvios - todos por trechos de terra muito esburacados - e falta sinalização.
A boa notícia: a má fama dos policiais não se confirmou!! Pararam-nos uma única vez (trafegamos pelas rutas 14 e 18), na 14; solicitaram a minha documentação e a do carro, perguntaram-me se era a primeira vez que dirigia na Argentina (disse que não) e pediram que abrisse o porta-malas e mostrasse o extintor de incêndio. Mostrei que estava na data de validade, mas quando quis mostrar-lhes os dois triângulos e o cabo de reboque, disseram-me que não era necessário (mostrar) e que podia seguir adiante. Aproveitando a boa vontade - e a simpatia do policial - ainda pedi algumas informações que me foram fornecidas prontamente e de muito boa vontade. Nos demais postos pelos quais passamos até hoje, só nos fizeram sinal de seguir adiante.
Talvez seja a modéstia do auto.
Será?!
Imagens das rutas 14 y 18:
Quando chegamos a Paraná, atravessamos o Túnel e alcançamos Santa Fé - onde as estradas são ótimas! -, tudo melhorou, porém o retentor da caixa rompeu e, ao chegar na província de Córdoba, na cidade de Sá Francisco, fui obrigado a entrar na concessionaria primeira concessionaria Peugeot que encontrei: Antun (www.antunpeugeot.com.ar) - onde descobri que o 408 nada mais é que o 308 sedan. Entreguei o carro no final da tarde do dia 17/01 e o recebi de volta, às 11:00 do dia 18/01, com o semi-eixo e a homocinética esquerda trocados. O semi-eixo estava torto, aparentemente desde que passei sobre um boi deitado na BR 116, voltando de Montevideo em 2009, e a cada 500km se rompia. A meio dia do 18/01 partimos direto para Mendoza, sem passar por Córdoba, mas isto é uma nova história a ser contada amanhã, pois já é hora de ir para a cama.
Seguem fotos do túnel que cruza o Paraná:
Até amanhã, quando narraremos a viagem de São Francisco a Mendoza.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
De Porto Alegre a Uruguaiana
Saímos de Porto Alegre às 7:40, pela BR 290, em direção à Uruguaiana.
Por sorte atravessamos a ponte do Guaíba (Travessia Presidente Vargas) sem o inconveniente de encontrar seu vão móvel levantado. Se não quiserem correr o risco de ter de esperar o vão baixar, o que atrasará a sua viagem, entre em contato com a CONSEPA através do telefone 0800 647 2000 ou visite a página www.concepa.com.br.
Entre Porto Alegre e Pantano Grande há três praças de pedágio:
3 - Pantano Grande km 290 (Univias - 08009791133): R$ 6,70.
A estrada está em muito boas condições. Há trechos onde a velocidade máxima é 100 km/h e outros 80 km/h.
Uma boa opção de parada para um café ( e xixi!) é o Restaurante Papagaio, localizado no km 262, junto à saída para Cachoeira do Sul.
Além de ter muitas opções para quem saiu de casa apressado, sem comer; possue banheiros recentemente reformados, o que é muito importante na estrada.
Passando-se Alegrete, a sinalização da estrada fica a desejar. Faltam informações referentes a distâncias e localização.
Em Uruguaina:
O povo é muito simpático e hospitaleiro.
Se pensarem em viajar a Uruguaiana no verão, levem protetor solar, chapéu, sombrinha ..., pois é muito quente e só escurece às nove horas (horário de verão).
Dica de hotel econômico e, sobretudo, de bom atendimento: Hotel Monte Carlo. Não é nenhuma maravilha, mas o preço é bom ( para Uruguaiana), é seguro, tem garagem, café-da- manhã honesto, e o staff quebra qualquer galho. Porém, reserve apartamento no segundo ou terceiro andar; nunca no térreo.
Final de tarde: Quiosque da praça. Ótimo atendimento, pratos muito bem elaborados e gostosos, além de chopp gelado e bem tirado. Para quem gosta, também têm pomelo Passo de los Toros.
Atenção: em Uruguaiana não há concessionária PEUGEOT e as peças, caso necessitem, devem ser buscadas em Passo de los Libres. Há motoboys especializados nisto.
Por sorte atravessamos a ponte do Guaíba (Travessia Presidente Vargas) sem o inconveniente de encontrar seu vão móvel levantado. Se não quiserem correr o risco de ter de esperar o vão baixar, o que atrasará a sua viagem, entre em contato com a CONSEPA através do telefone 0800 647 2000 ou visite a página www.concepa.com.br.
Entre Porto Alegre e Pantano Grande há três praças de pedágio:
1 - Eldorado km 110 (Concepa): R$ 8,00;
2 - Eldorado km 129 (Univias - 08009791133): R$ 6,70;3 - Pantano Grande km 290 (Univias - 08009791133): R$ 6,70.
A estrada está em muito boas condições. Há trechos onde a velocidade máxima é 100 km/h e outros 80 km/h.
Uma boa opção de parada para um café ( e xixi!) é o Restaurante Papagaio, localizado no km 262, junto à saída para Cachoeira do Sul.
Além de ter muitas opções para quem saiu de casa apressado, sem comer; possue banheiros recentemente reformados, o que é muito importante na estrada.
Passando-se Alegrete, a sinalização da estrada fica a desejar. Faltam informações referentes a distâncias e localização.
Em Uruguaina:
O povo é muito simpático e hospitaleiro.
Se pensarem em viajar a Uruguaiana no verão, levem protetor solar, chapéu, sombrinha ..., pois é muito quente e só escurece às nove horas (horário de verão).
Dica de hotel econômico e, sobretudo, de bom atendimento: Hotel Monte Carlo. Não é nenhuma maravilha, mas o preço é bom ( para Uruguaiana), é seguro, tem garagem, café-da- manhã honesto, e o staff quebra qualquer galho. Porém, reserve apartamento no segundo ou terceiro andar; nunca no térreo.
Final de tarde: Quiosque da praça. Ótimo atendimento, pratos muito bem elaborados e gostosos, além de chopp gelado e bem tirado. Para quem gosta, também têm pomelo Passo de los Toros.
Atenção: em Uruguaiana não há concessionária PEUGEOT e as peças, caso necessitem, devem ser buscadas em Passo de los Libres. Há motoboys especializados nisto.
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